OBEDECER É MELHOR (PARTE I)
Rodolpho Cavalieri
Ler
Samuel 15:22-23
I
a) Se nós fizéssemos uma experiência com dois grupos de soldados:
1)
No primeiro grupo seriam doze homens inteligentes e capazes, mas que levados pela ambição, todos
queriam só mandar e nunca obedecer.
2)
No segundo grupo teríamos doze soldados, que não eram tão inteligentes e
capazes, mas convictos de que obediência traz a força e provoca o sucesso.
b)
Resultado:
1)
No primeiro grupo eles agiram por paixão desequilibrada, automaticamente o
esforço de um anulava a ação do outro. Balanço Final – a soma dos esforços de
todos, foi menor do que a soma das possibilidades de cada um. Os doze atingiram
seis pontos.
2) No segundo grupo o resultado foi vinte e quatro pontos: porque eles acreditavam na união dos espaços no conjunto das ações, na submissão, obediência e respeito, de um pelo outro. Obtiveram duas vezes mais do que a possibilidade de cada um.
c)
O procedimento espiritual não foge a regra. Primeiro aprende-se a obedecer, depois
exerce-se o comando.
1)
"Quem obedece direito, comanda direito".
2)
Obediência comprometida, produz comando tortuoso.
3)
Podemos afirmar: Quem melhor comanda é aquele que mais obedece. Abraão
obedeceu, e se tornou o pai da fé.
II
a) Nós lemos de início que "obedecer é melhor do que
sacrificar", e atender é melhor do que apresentar fatos.
1)
Quando obedecemos ao Senhor, produzimos:
a)
Culto racional.
b)
Ações sadias e;
c)
sacrifício perfeito.
2) Quando atendemos a nossa própria vontade encurvada,
encontramos:
a)
Pedra em vez de pão.
b)
Amargura em vez de água.
c)
Desgraça em vez de Graça.
d)
Provocamos a morte em vez da vida.
b) Saibam irmãos:
1)
A natureza humana já nasce com o imã do mal, e naturalmente é atraída pelas
forças das trevas.
2)
Apenas "quando conhecermos a Deus como
nos é dado o privilégio de O conhecer, nossa vida será de contínua
obediência." – D.T.N, p. 668.
3)
"Se eu atender a iniqüidade no meu coração, o Senhor nunca me
ouvirá", ainda que eu apresente sacrifícios dolorosos.
c)
Vejam isso:
1)
Anos atrás a Associated Press
publicou a notícia de um engraxate filipino que foi crucificado a seu próprio
pedido, num gesto de ação de graças, numa vila, uns sessenta quilômetros
distante de Manila. Ele havia estado doente durante doze anos, e então foi
curado. Declarou que quem o crucificasse não seria considerado culpado. Ser
crucificado, dizia, seria a única maneira de ser grato a Deus pela cura.
Este
homem ficou inconsciente na cruz por vários minutos, então os pregos foram
tirados e ele foi levado de volta para sua casa.
2)
Seguramente se Samuel estivesse ao pé daquela cruz teria dito: Obedecer a Deus
e cumprir Sua Palavra é melhor do que ser crucificado desta forma, nesta cruz.
d)
Pergunta-se: Qual é a obediência aceita por Deus?
"Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele por tal forma Se identificará com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos. A vontade, refinada, santificada, encontrará seu mais elevado deleite em fazer o Seu serviço." – Idem.
III
a) Notem: A história do povo de Deus daqueles dias, estava
pontilhada de episódios fantásticos, eles viveram os mais incríveis
acontecimentos;
1)
com fatos verdadeiramente heróicos, realizações as mais extraordinárias;
2)
os seus inimigos de perto e de longe, eram pisados pelas tropas de Israel, com
seus valentes soldados, ou executados pelas mãos dos anjos celestes, que
protegiam e destruíam os ameaçadores invasores das fronteiras sagradas.
b)
Sansão, o pequeno sol, consumiu de uma só vez, com uma queixada de jumento, mil
filisteus. Juí. 15:15.
c)
Gideão, com trezentos bravos soldados, venceu na base do grito, milhares de
midianitas que sacrificavam Israel. Juí. 7:7.
d)
Josué:
1)
Desbarata os amalequitas. Êxo. 33:11.
2)
Atravessa o Jordão a seco. Josué 3:16. "Pararam-se as águas que vinham de
cima".
3)
Destrói Jericó. Josué 6.
4)
Manda o sol parar. Josué 10:12. Faz o sorteio de distribuição da Terra
Prometida ao povo de Deus.
5)
Numa brilhante manifestação do poder de Deus, Moisés, com as mãos para o alto
no cimo do outeiro; lá embaixo, Josué à frente dos jovens valorosos e
guerreiros de Israel, conseguiram destruir os cruéis e covardes amalequitas,
que mataram a parte velha, tenra e cansada de Israel no deserto de Refidim.
Êxo. 17:8-16.
e)
Enquanto a vontade israelita era vencer e glorificar a Deus, marchar ao lado do
Divino Guia, escoltados pelos anjos do Senhor, só experimentavam vitórias e
conquistas.
1)
As danças de guerra, e os cânticos das conquistas só exaltavam a força Divina,
e "a grandeza da Sua excelência" nos atos formosos de Jeová. Cantavam
Moisés e a profetiza Miriã, irmã de Arão. Êxo. 15:1-27. (Quando dispor de
tempo, leia esses versos de fé e glória).
f)
No entanto o povo de Deus, começou a confiar em si mesmo, e desconfiar dos Seus
servos escolhidos.
g)
Ouçam isto:
1)
Quando o viajor se cansa de perseguir a brilhante Estrela da Esperança;
2)
quando seus pés fatigados começam a manquejar nas veredas da justiça;
3)
quando seus olhos deixam a luz das estrelas dos Céus e miram as luzes das
estrelas da Terra;
4)
quando o clamor da alma se silencia nas trevas das provocações;
5) e o clamor das paixões acena para as
sereias imaginárias; aí, então:
a)
Cessa a glória;
b)
esvai-se as forças morais;
c)
esgotam-se as reservas do Espírito ...
6)
É a velhice da fé;
7)
é o "peso do gafanhoto";
8)
é o "baixo ruído da moedura";
9)
é o "tremer dos guardas da porta";
10)
é o "curvar dos homens fortes";
11)
é o florescer, "sem frutos da amendoeira".
E
o cidadão, ou a nação, caminham para a sua eterna morada – o nada, a
inexistência, o irreal.
III
a) O profeta de Deus, o guia do povo de Israel, Samuel, apesar de
integro e totalmente dedicado ao seu oficio, estava agora velho e enfraquecido.
O encanecido porta-voz de Jeová tentou muito tornar seus descendentes juízes
sobre o povo do Senhor. "Porém, seus filhos não andavam pelos caminhos do
Senhor. Antes se inclinavam à avareza e tomaram presentes e perverteram o
juízo." I Sam. 8:3.
b)
Preocupados com a velhice do profeta Samuel, e o descaso dos seus filhos, nos
ofícios sagrados, os anciãos de Israel foram ao homem de Deus:
1)
Solicitaram um rei;
2)
a destituição do juizado do povo, dos filhos de Samuel!
3)
E manifestaram profunda preocupação com o poderio crescente das nações, seus
vizinhos.
4)
Isto posto, emudeceu o servo de Deus.
c)
Vejam isto: Quando o ser humano coloca:
1)
Toda a sua vida;
2)
todos os seus talentos;
3)
toda a fortaleza de alma que Deus lhe deu;
4)
todo seu passado, presente e futuro numa missão sagrada;
5)
de repente sente-se só.
a)
Desfizeram o seu prestigio;
b)
subestimaram o seu poder de líder;
c)
esmagaram a sua influência;
d)
pisaram a sua alma pela ingratidão;
e)
envergonharam o seu valor;
f)
desfizeram todo o carisma que reverentemente transmitia ao povo que amava!
d) Sente-se, aquela vítima:
1)
Caído no abismo das mágoas;
2)
torturado pela ingratidão sofrida;
3)
amordaçado pelos braços da caridade;
4) começa a se sentir um náufrago no
tormentoso mar das dúvidas;
5)
olha para os Céus e clama: Senhor! Senhor! Onde estás agora?
e)
Notem:
1) Samuel exercia, investido por Deus, uma tríplice função. Era juiz, profeta e sacerdote do povo israelita.
2)
Todos reconheciam a sua integridade e sabedoria na administração do povo de
Deus.
3)
O idoso profeta, que também era humano, considerou o pedido de "um
rei", como censura a si, a sua influência e trabalho.
f)
Quando os clamores da ingratidão superam as forças das virtudes nos homens,
eles reagem com ação violenta, aos seus agressores, ou, com a oração humilde a
Deus, procuram socorro.
g) Samuel, o tríplice servo de Deus (juiz,
profeta e sacerdote), quando foi mortalmente ferido pela ingratidão
"não revelou, entretanto, os seus
sentimentos; não proferiu qualquer exprobração, mas levou a questão ao Senhor
em oração, e apenas dEle procurou conselho". – P.P. pp.
604-605.
h) Essa exemplar atitude tomada por Samuel, verdadeiramente atestava que ele ainda continuava sob a influência da mesma voz divina que o chamara na sua infância, para transmitir a Israel a vontade de Jeová.
i)
O Senhor ouviu as queixas de Samuel. E com grande misericórdia respondeu ao
profeta:
1)
Você, Samuel, era apenas o Meu porta-voz, o refletor da Minha vontade sagrada,
a Mim Me desprezaram, e não a você.
2)
Esse povo vaidoso, incorporou costumes e práticas gentílicas e pagãs.
3)
Deixaram de ser povo peculiar (especial); são agora, tão comuns e baratos como
são as nações, seus vizinhos.
4)
Eu, o Senhor, desde que os tirei do Egito, há quatrocentos anos, só lhes fiz
bem, cobri-os com Minha proteção, outorguei-lhes as Minhas bênçãos; a Mim me
deixaram, mais do que a você Samuel. São hipócritas e irreverentes, egoístas e
maldosos.
j)
Ouçam: Existe uma história entre os judeus para repreender a ingratidão e a
avareza, praticada por um bom número deles.
Certo
judeu perdeu a sua carteira, recheada de dinheiro, numa pequena rua de
Jerusalém, sua cidade natal. Um cavalheiro rico e honesto encontrou a carteira
numa ruazinha da cidade. Sem necessidade de usar aquele dinheiro, colocou um
anúncio no jornal dali, convidando o dono da carteira a vir buscá-la.
O
verdadeiro dono, ao ler o anúncio foi até a mansão do rico senhor; ao ser
identificado, recebeu de volta a carteira com todo o dinheiro perdido.
O
judeu ao receber a carteira, começou imediatamente a contar o dinheiro. Contou
uma vez, duas, três vezes. O homem que achara a carteira se constrangeu,
imaginando que faltava dinheiro ao judeu, ainda que estivesse certo que, da
referida carteira não houvesse apanhado nenhum tostão.
O
judeu já ia contar o dinheiro pela quarta vez, quando aquele senhor perguntou-lhe
o que estava acontecendo? Se faltava algum dinheiro? O judeu respondeu: "E
os juros, onde estão?"
k)
O povo de Israel, fora em todos aqueles séculos, favorecidos grandemente por
Deus.
1)
Jeová abriu o Mar Vermelho, diante deles, na hora mais crucial e perigosa, e
eles passaram em terra seca pelos caminhos do mar.
2)
Por quarenta longos anos, a aridez e a esterilidade do deserto receberam,
caídos do Céu, o maná, semelhante as geadas das madrugadas, com sabor de bolos
amassados com azeite. Núm. 11:8.
3)
O Guia Divino preparou uma nuvem escura para os proteger durante o causticante
sol do dia, e uma tocha acesa para iluminar os arraiais israelitas nas horas
caladas das noites.
4)
As pedras, as rochas, os abismos abriam a sua boca e Israel, com seus filhos e
gados, se fartavam nas águas vertidas milagrosamente.
5)
As roupas e o calçados não se envelheceram, e as enfermidades se postavam a
distância daquele povo santificado e feliz.
1)
Receberam em abundância terras férteis e próprias para o cultivo de cereais, e
a criação de gados. Aqueles milhões de "sem-terra" se regozijaram e
se alegraram em conseguir toda aquela bênção.
m)
No entanto, se esqueceram do Deus de Israel, desprezaram os Seus servos,
tornaram-se escravos dos deuses pagãos, destituídos de poder e vida.
n)
Deus ordenou a Samuel:
1)
"Dá ouvidos à sua voz, e constitui-lhes rei". I Sam. 8:22.
2)
Eles, os israelitas, estão desejosos de possuírem "reis homens", e
não "guias divinos".
3)
A ignorância e a vaidade, seguidamente permutam a Majestade Divina, pelas
Cortes Terrenas. Esqueceram-se que: Aquela
reina silente na mente e nos corações dos homens. Esta, no entanto, se
assenta em pomposos tronos de ouro, mas, gere e rege, os seus súditos, com
varas de ferro, depois.
o)
Samuel foi incumbido por Deus de alertar ao povo, quanto às responsabilidades
dos súditos no reinado emergente.
1)
O rei fará dos vossos filhos empregados nas lavouras, nos seus carros de
guerra.
2)
As vossas filhas serão perfumistas, cozinheiras e padeiras da corte. O rei
tomará o melhor das vossas terras e produções e dará aos seus servos. I. Sam.
8:11-17.
p)
Com veemência acrescenta o servo de Deus: "Vocês irão reclamar e protestar
contra tudo isso, mas, tardiamente, pois o Senhor não os ouvirá".
1)
"Vocês terão o governo que merecem e exigiram."
2)
"Eu dediquei uma vida inteira à suas causas diante de Deus.
3)
"Levado pelo profundo amor que dediquei a cada um de vocês, não recebi e
nem exigi nenhum bem material das suas mãos, por todo o bem moral e espiritual
que eu proporcionei a vocês todos."
q)
"Porém, o povo não quis ouvir a voz de Samuel, e disseram: Não, mas haverá
sobre nós um rei, e nós seremos como as outras nações". I Sam. 8:19-20.
r)
Disse Samuel: "O porfiar (questionar) é como iniqüidade e idolatria".
1)
Saibam irmãos:
a)
Todo questionamento obstinado é de procedência maligna.
b)
Cristãos teimosos são agentes satânicos nos lugares celestiais.
2)
A insistente discussão de opiniões próprias, leva à rebelião.
3)
A disputa e a luta em tomo de convicções errôneas leva multidões à ruína total.
s)
Ouçam este fato comovedor:
1)
Enquanto o Santo Sepulcro de Jerusalém estava aberto a todos os povos, reinou a
paz naquele cantinho da fé. Um dia porém, acharam que deveriam fazer um forte
portal e colocar uma resistente fechadura e fechar com pesada chave de ferro
aquela porta. Até aí todos estavam de acordo e em harmonia. Depois que fecharam
a porta, começou a discussão:
"Quem
deveria ficar com a chave misteriosa? Um monge grego? Ou um monge latino?"
Os
sentimentos tornaram-se tão inflamados e de tal maneira se espalhou a teimosa
disputa que várias nações se viram em guerra. A Rússia de um lado, e a Turquia,
Inglaterra, França, Sardenha e Piemonte de outro. Estava decretada a guerra
chamada de "guerra da Criméia".
2)
Saibam irmãos: discussão, disputas, teimosias, dissensões, é só começar (no
lar, na igreja, no mundo ou entre as nações) que Satanás se encarrega de
torná-las em guerra e levar às últimas conseqüências, os seus participantes
desorientados.
3)
"Obedecer é melhor", atender é mais, ouvir é nobre, ponderar é
cristão, e decidir com humildade é divino.
t)
Vejam irmãos:
1)
O orgulho nacional cegou os olhos da alma israelita.
2)
A vaidade do seu povo comprometeu a sua imaginação divina.
3)
A inveja atrofiou a lembrança dos benefícios recebidos do profeta e do seu
Deus.
4)
"Nós queremos ser iguais às outras nações". "Dai-nos pois"
– com urgência – "um rei, para que ele reine sobre nós".
5)
Sem dúvida, irmão e amigos, quando nós:
a)
Cultuamos o orgulho,
b)
reverenciamos a vaidade,
c)
cultivamos a inveja: eles reinarão sobre nós.
u)
Esses vícios das almas fracas:
1)
Comandarão a nossa vontade.
2)
Minarão a nossa fé em Deus.
3)
Consumirão as nossas virtudes evangélicas.
4)
Destruirão a nossa paz.
5)
Comprometerão a nossa saúde física e a mental.
6)
Nos conduzirão por um caminho de angústias doentias e aflições constantes.
7)
E finalmente esses vícios satânicos nos levarão a nos ocultarmos nas trevas da
morte moral, física e religiosa.
v) Saibam irmãos e amigos:
1)
Quando a mente se toma escrava dos sentimentos doentios, o comportamento será desconexo, as opiniões
contraditórias e apaixonadas.
2) Quando cresce o número desses escravos da existência (opiniões apaixonantes), teremos uma fartura de contendas, um mar de ódios, e a necessidade de um copo de água ao mais pequeno irmão.
3)
Estavam discutindo alguns líderes sobre o destino econômico e espiritual de
certa igreja. As opiniões eram sofisticadas e apaixonadas. A certa altura o
dirigente pediu que alguém orasse. Aquele senhor, talvez o único de mente e
sentimento religioso amadurecido, disse: "Senhor, se Lhe for possível,
justifica a elevada opinião que temos de nós mesmos".
Certamente
Deus não justificaria, não abençoaria, não sugeriria nada àquele grupo de
homens:
a)
cheios de ventos de opiniões;
b)
anunciadores de pensamentos egoístas;
c)
coberto de orgulho religioso;
d)
pregadores de "vaidades evangélicas",
e) corações transbordantes de rebeldias: Diziam eles:
1)
"Vamos reter os fundos da igreja..."
2)
"Vamos impor ao Presidente do Campo..."
3)
"Vamos forçar a Mesa da Associação..."
4)
"Vamos formar uma comissão dos descontentes..."
f)
"Senhor, se for possível, justifica a elevada opinião que temos de nós
mesmos".
1) "De Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará." Gál. 6:7.
2)
Aqueles "líderes" em conflito consigo mesmos, em luta com a
Administração, em contradições de opiniões;
3)
Colheram:
a)
Filhos irreverentes e rebeldes, em relação à Bíblia, à igreja e a Deus.
b)
Membros daquela igreja, enfermados do corpo e da alma.
c)
Parou a Reunião dos Jovens, suprimiram a Escola Sabatina e poucos freqüentavam
aos cultos.
d)
Numa das suas reuniões de contendas, um forte vento levou um pedaço do telhado
da igreja. Ali dentro, aterrorizados tiveram a oportunidade de ver melhor os
Céus e em arrependimento genuíno aquele grupo de rebeldes, encontrou o perdão
de Deus e o crescimento espiritual posterior.
e)
O lema daquela igreja, dali para frente foi: "Obedecer é melhor."
g)
Ouçam isto: Havia um santo homem, que levava uma vida exemplar de obediência a
Deus, e trabalho pelo próximo. Um anjo apareceu àquele santo homem e lhe
ofereceu o dom de operar milagres. Ele declinou, receando que viesse assim a
perder a humildade.
Então
o anjo lhe ofereceu o poder de converter homens; novamente o santo recusou,
explicando que a conversão é obra do Espírito Santo. Foi oferecido pelo anjo,
àquele homem se tornar o modelo da bondade, mas, novamente sentiu-se indigno
disso.
Afinal,
o anjo pediu ao santo que citasse qualquer bênção que desejasse. Sua resposta
foi: "Que eu tenha a graça de saber que: 'Obedecer a Deus é melhor', e que
eu tenha o poder de fazer o bem aos homens sem o saber".
h)
Resumindo: Quando cada de um de nós compreender que, obedecer quer dizer
entender a Deus, na Sua santidade, poder e grandeza. E procurar refletir o Seu
caráter santo, em nossa vida diária, e quando houver uma coincidência de nossa
opinião com a divina, estaremos dando o primeiro passo na estrada eterna da
verdadeira obediência.
i)
Eu estou ansiosamente buscando essa estrada da verdadeira obediência. Eu vou
orar agora para que Deus me coloque nesta senda da Verdade e da Vida. Você quer
também ser incluído nessa prece, levante a sua mão. Amém! Vamos orar!
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